sábado, 24 de junho de 2017

Um Ano Novo em Teresópolis

Maria Joaquina e Benjamin Constant em 1874.

Em nosso acervo documental encontramos muitas cartas da família Botelho de Magalhães. Muitas delas são um primor de formosura para esses tempos tão fugidios de recados corridos em celulares, com "códigos" que nem mesmo compreendemos corretamente. Encontramos estas duas singelas cartas redigida por Maria Joaquina, esposa de Benjamin Constant, para sua irmã Olympia, a quem chama “Mamãe”. Ma. Joaquina e B. Constant passaram o Ano Novo de 1877 para 1878 em Teresópolis. A segunda carta está incompleta.

Carta 1:

"Theresopolis 28 de dezembro de 1877

Mamãe

Recebemos hoje uma carta sua, ficámos muito satisfeitos por saber que todos vão bem, e que não ha novidade.

Chegamos á Theresopolis no mesmo dia em que sahimos, ás 9 horas da noite; fizemos bem a viagem, pois de Piedade á Barreira, que é o peior [sic] pedaço por causa da poeira, choveo; de maneira que abrandou o calor e o pó; assim mesmo aprecihámos sol, chuvisco e sereno; eu não senti nada; mas o Benjamin teve seu ameaço de intermitentes, e dôr rheumatica nos jóelhos; tem andado mais adoentado; assim mesmo temos sahido á passear, porem só demanhã cedo pois aqui tambem tem feito bastante calor; faço ideia o que terá feito lá embaixo. A viagem é bastante incômoda; o Sr Guimarães fez bem em resolver hir para Sa Thereza, pois elle não resistia á viagem; só o que acho é que vai-lhes sahir muito cara á estada lá á 6$000; porem pódem tomar o comodo mobiliado, e sustentarem-se sem mandar vir do hotel.

Tenho tido saudades das crianças; elles é que havião de apreciar muito isto; estou porem descançada pois sei que não podiam ficar em melhor guarda e mais bem acompanhados.

É bonito Theresopolis, isto é vê-se campo e matto, mas como não está muito habitado tem-se liberdade; o que ainda não vi foi frutas; só há uvas e figos que estão verdes; o Benjamin andou querendo que eu tomasse caldo de cana, mas não foi possível arranjar, não se vê uma chacrinha bem plantada; mesmo o leite não é grande cousa.

Adeus Mamãe, muitas lembranças á Alcida Niniha, D. Marcellina á quem muito agradeço o interesse que (?), á todos de casa, Luiza, Irmelinda (?). Um beijo em cada uma das 6 crianças, e que se conduzão bem; Benjamin e Bernardina que não trepem nas janellas, Alcida, Adozinda e Aldina que não briguem. O Benjamin tambem manda muitas lembranças á todos e benção ás crianças. Adeus Mamãe.

D’esta sua imrã e amiga,

Maria Joaquina da Costa Botelho de Magalhães"

Serra dos Órgãos: Vista do Pico Dedo de Deus
Foto de George Leuzinger de 1865 a 1874
 
Carta 2:

"30 de dezembro

Por falta de correio, não foi esta no dia 28; pensei que havia de 2 em 2 dias, quando só ha nas segundas, quartas e sextas; e tendo eu feito a carta a tarde, já não chegou á tempo; e assim só amanhã é que hirá.

Acabo de receber outra carta sua, e juntamente uma de D. Marcellina.

Estimei muito ter notícias de casa e de todos; e saber que as crianças tem-se conduzido bem. Aqui tem feito bastante calor durante o dia; porem as manhãs e noites são frias; faço ideia que lá estará torrando; o Benjamin não tem passado muito bem; tem andado com o ventre preso e dores de cabeça. Pretendemos voltar, isto é sahir d’aqui do hotel no dia 3 de madrugada, mas o Benjamin está com ideia de hir por Petropolis, para evitar a passagem em Magé e Piedade por serem lugares muito doentios; e mesmo a viagem muito incômoda.

Elle pretende sahir de madrugada e hir almoçar na fazenda do Paquequer onde está o Napoleão conhecido d’elle, e que o mandou convidar; são 3 léguas; regula 3 horas de viagem; lá descansaremos, e seguiremos ou de [...]"

Benjamin Fraenkel: um neto viajado


Ao iniciar a montagem de nosso Museu Casa, a museóloga Hercília Viana contou com o auxílio de alguns conhecedores da casa como era no tempo de Benjamin Constant. Um deles foi seu neto, Benjamin Constant Fraenkel, nascido no ano em que falecera seu avô, 1891. Filho de Aldina e do alemão Karl Fraenkel, Benjamin Fraenkel fez seu relato em 1975, já com 84 anos, mas foi pleno em suas memórias. Neste pequeno trecho, conta por onde andou até voltar a residir no Rio de Janeiro, em casa de seu avô materno, ainda com sua avó viva, Maria Joaquina. Vejam que maravilha:

Ainda um bebê, Benjamin Fraenkel viaja para Berlim.


Com nove meses de idade fui para Berlim (1891), para onde meu pai havia sido nomeado Cônsul. De Berlim, lembro-me da casa em que moramos, do Jardim de Infância que frequentei e dos passeios que fazíamos à floresta, acompanhados das professoras entoando os alegres cânticos escolares alemães.

Uma das fases infantis ele passa em Estocolmo, na Suécia.

Meu Pai sendo transferido para Estocolmo (1897), ainda frequentei aí o Jardim de Infância e, lembro-me bastante do que lá passei. Mais crescido já, ouvia sempre com muito interesse a minha querida Mãe, falando em português, como sempre em casa se falou, relembrar (do)ndo, com carinho, a Família distante e os fatos passados, despertando em mim o desejo imenso de conhecer minha Terra.

Chega ao Brasil de volta passando por Salvador, na Bahia, e relata sua visão de frutas tropicais.
Transferido o meu Pai para o Salto, ia a Família, de passagem, passar uns dias no Brasil. Já em Salvador (1899), o aspecto da terra era tão diferente! Foi em Salvador que eu fui ver, pela primeira vez o abacaxi, a banana, a quantidade de pretos que eu nunca tinha visto.

A alegria era tanta, era tão grande, que compensava a tristeza de ter deixado meus dois irmãos mais velhos, Cláudio e Walter, na Alemanha fazendo o curso ginasial. Mas, faltavam ainda alguns dias para chegarmos ao Rio de Janeiro; para (e)constatarmos tudo o que a nossa boa Mãe dizia.

De volta ao Rio de Janeiro, sua cidade natal que ainda não conhecia, com aproximadamente 10 anos
de idade, surpreende-se com tanta gente e com o Plano Inclinado!
 Chegamos, enfim, ao querido Rio (1900). Ainda não havia o cais. O navio ficava ao longe e uma grande quantidade de barcos, com gente que vinha esperar os parentes e amigos, outros, com frutas para vender aos passantes, lanchas, todos fazendo um barulho tão grande, um falatório todo em português, que eu não me lembrar quem é que foi ao nosso desembarque e como cheguei ao Plano Inclinado! (...)”

O primeiro cais do Rio foi construído em 1910, quando Fraenkel já completava 19 anos. Portanto calculamos de forma muito aproximada, os anos em que ele passara pelas cidades citadas (entre parêntesis em sua carta).

quinta-feira, 22 de junho de 2017

A história de uma 'Super Woman' - ou de uma grande mulher!


No ano passado na #MuseumWeek houve um dia destinado às pessoas importantes nos museus e tivemos o prazer e a honra de destacar nosso colega Luis Antonio que muito nos ajuda no dia a dia aqui no trabalho. Mas há muitos mais que fazem muito por aqui e o pensado por esta organização neste ano era homenagear uma outra pessoa tão importante quanto ele – que, por acaso do destino, é de fato, sua esposa. Trata-se de Mercia Correia Freire, nossa Restauradora e Conservadora, que parece que encontrou sua alma gêmea aqui mesmo no museu: ela é pessoa especialíssima, também sempre pronta a ajudar quem quer que necessite, seja no trabalho, seja na vida pessoal, a todo instante.

Mas os temas do evento mudaram neste ano e pensamos como faríamos a homenagem. E parece que a #MuseumWeek pensou direitinho como nós e dedicou não apenas um dia mas toda a semana a elas, as mulheres que fazem muito pelos museus e pelo mundo todo. E percebemos que, realmente, nossa colega Mercia é uma mulher que merece toda essa deferência: amiga, atuante, presente, sem deixar a ternura, o carinho e o amor ao próximo de lado. Ela está sempre junto de quem precisa, não tolera injustiças e procura ser profissional sempre, mas humana acima de tudo.

Condecorada na renovação do Arquivo Histórico e Biblioteca em 2014.


Sua história profissional em nosso museu começa bem cedo: veio estagiar aqui muito jovem - com apenas 15 anos - e apenas dois anos após a abertura do museu, em 1984, pelo projeto “Patrulheirismo para Atendimento ao Público” e logo ficou na linha de frente da recepção aos visitantes, se saindo muito bem, já que é muito simpática. Contratada pela Fundação Pró-Memória em 1987, desenvolve um lado todo seu, de cuidados com o Museu Casa, participando na prática das ações na área de conservação e, aos poucos, foi se aperfeiçoando. Hoje responde por todas as rotinas de conservação tanto das peças de nosso Acervo Museológico quanto do Acervo Documental e Bibliográfico, além dos dois prédios que compõem o museu – a Casa Histórica e a Casa de Bernardina. Nada escapa da profissional que conhece como ninguém todos os cantinhos, detalhes e materiais das casas, móveis, objetos, indumentária e outros itens, e sabe muito bem ensinar e instruir a sua equipe de apoio como o serviço deve ser bem feito e bem mantido.

Além disso tem cursos em restauração em papel, auxilia nos contratos administrativos que tenham a ver diretamente com seu trabalho e também apoia ações educativas no museu. Ufa, mas é uma ‘Super Woman' não é?

Em seu aniversário comemorado no mesmo mês da diretora Elaine Carrilho e do terceirizado Josivaldo Araújo.


É sim. Para que vocês saibam ainda mais, Mercia não ficou satisfeita com tudo que viu e aprendeu por aqui, com as funções de mãe, dona de casa, esposa e avó que já é, e que curte muito sê-lo. No ano passado concluiu muito feliz sua graduação em Pedagogia e promete que ainda tem muito para fazer! Ninguém duvida de “Dona” Mercia: ela não pára por qualquer coisinha e está sempre animada com a vida. É por mulheres como ela que o mundo vai para a frente sempre, temos certeza. E também é por existirem pessoas como ela em nossos museus que eles avançam com toda sua simplicidade e beleza. Uma salva de palmas a quem, de verdade, faz!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

As filhas de Benjamin Constant

Filho, filhas e viúva e Benjamin Constant
De pé, da esquerda para a direita: Benjamin Constant Filho - aqui com 21 anos - Alcida e Bernardina
Sentadas: Aldina, Aracy, Maria Joaquina e Adozinda. Foto de 1 de fevereiro de 1892
Clique para ver maior.


6 de outubro (domingo)
Mamãe, Alcida e eu fomos jantar com Aldina; papai também foi, 
porém foi primeiro visitar o João e achou-o melhor. A Clara 
também foi à casa de Aldina, para visitar Araci. Meu padrinho
também jantou lá.(...)

Excerto de "O Diário de Bernardina", pequena publicação organizada
por Celso Castro e Renato Lemos, com base no diário de Bernardina
Botelho de Magalhães, filha de Benjamin Constant.

São com descrições de um dia a dia de família assim que “O diário de Bernardina”, pequeno livro compilado a partir do diário da quarta filha de Benjamin Constant, nos cativa para um mundo muito diferente do nosso, em fins do século XIX, quando nosso patrono vivia com suas filhas e filhos no centro do Rio de Janeiro de então. Professor de matemática de vários colégios e militar de carreira, Constant estava bem no meio do processo da Proclamação da República mas sua família vivia o cotidiano comum às famílias da época. Suas filhas levavam vidas de moças educadas para casar, próprio daquela época, e observavam os acontecimentos. Uma diferença as distinguia das demais, além do fato de serem filhas do futuro "Fundador da República": todas sabiam ler e escrever, exigência do pai, o que não era comum a todas as moças da época, mesmo as de classe mais alta.

O casal Botelho de Magalhães teve cinco moças e três rapazes. Infelizmente nenhum dos meninos sobreviveu. Mas elas sim, foram a real descendência de nosso patrono. Vejam alguns poucos detalhes a respeito de cada uma delas:

Aldina Constant Botelho de Magalhães (na foto, a de nº 5), a primeira, nascida em 1864, casou-se com o alemão Karl Fraenkel, teve cinco filhos, e veio a falecer em 1938;

Adozinda Constant Botelho de Magalhães (na foto, a com o nº 2), nascida em 1866, casou-se com Alvaro Joaquim de Oliveira, com quem teve nove filhos, e faleceu em 1942;

Alcida Constant Botelho de Magalhães (na foto, a de nº 4), nascida em 1869, casou-se com José Bevilaqua, com quem teve 11 filhos. Bevilaqua foi um dos principais responsáveis pela família após a morte de Benjamin Constant. O casal ficou na casa da família e cuidou da matriarca, Maria Joaquina, até seu falecimento, em 1921. Um dos  netos é avô do Gal. Pery Constant Bevilaqua, figura da maior importância na família na década de 1960. Alcida faleceu em 1957;

Bernardina Constant Botelho de Magalhães (na foto, a nº 3), nascida em 15 de abril de 1873, casou-se com João Albuquerque de Serejo, com quem teve 10 filhos. Autora do um diário que citamos acima, onde registrou o dia a dia de sua família e também durante o período da Proclamação, o que o torna um documento histórico importante. É das figuras mais conhecidas da família por isto mesmo. Construiu uma casa ao lado da casa da família que se chama “Casa de Bernardina”, hoje sede de nosso museu. Falecida em 1928, apenas 7 anos após sua mãe, Maria Joaquina;

Aracy Constant Botelho de Magalhães (na foto, a nº 1), nascida em 1882, perdeu seu pai com apenas 9 anos. Não se casou, portanto não teve filhos. Residiu na casa da família desde seu nascimento até sua morte em 1961, contando com 79 anos. Após seu falecimento, seu sobrinho neto, o Gal. Pery, solicita ao SPHAN o retorno do terreno e das casas para a União com vistas à transformação no futuro Museu Casa de Benjamin Constant.

Seus irmãos, que não sobreviveram, tiveram as seguintes breves biografias:

Leopoldo H. de Magalhães, primeiro filho homem que nasce em 1870, logo depois de Alcida, falece no ano seguinte.

Benjamin Constant Filho, nasce em 1871, tem uma vida curta e um tanto conturbada, falece em 1901, aos 30 anos, sem se casar nem deixar herdeiros, em circunstâncias não esclarecidas. É o que aparece na foto acima com as irmãs.

Claudio Botelho de Magalhães , nasce em 1875, antes de Aracy, mas igualmente não resiste às doenças infantis da época e falece logo em 1878.

Ainda precisamos de muita pesquisa (e muitos pesquisadores...) para esquadrinhar todo o universo de fotos, cartas e documentos guardados em nossos acervos histórico, fotográfico e também museológico para percebermos o tanto que essas meninas, moças e mulheres têm a nos dizer com o legado de pequeninos trabalhos em costura, bordado e muitos escritos. As partituras de suas valsinhas, polcas e outras músicas para piano e violino, seus bilhetes, mesmo os corriqueiros, seus comentários, suas brincadeiras e risadas que ainda hoje estão por aqui, guardadas em tantos guardados. A força de mulheres que construíram a história de uma família que é particular, mas que também é de muitos. Exemplo para os seus, e para todo um povo.

Leia neste post sobre "O Diário de Bernardina"

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Uma história do Museu Casa de... Maria Joaquina

Maria Joaquina da Costa Botelho de Magalhães: esposa, mãe, "matrona",
dona de casa e até "primeira museóloga" de Benjamin Constant

Não, não se trata de uma campanha pela mudança do nome do nosso museu. Porém, na #MuseumWeek 2017, é uma justa homenagem que fazemos a ela, Maria Joaquina da Costa Botelho de Magalhães. Os dois últimos sobrenomes ela adquiriu quando se casou com Benjamin Constant Botelho de Magalhães, quando tinha apenas 15 anos de idade. Filha de Claudio Luis da Costa, irmã de Olympia Bittencourt da Costa, cunhada do poeta Gonçalves Dias, Maria Joaquina é figura de imensa importância para nós.

Quando Benjamin Constant faleceu, em 1891, muita gente tratou de prestar-lhe as mais efusivas homenagens. E muito do que louvava a memória de Benjamin lembrava também o papel “inspirador” da sua esposa. Pense bem: Maria Joaquina passara a vida ao lado de um professor de matemáticas, diretor de escolas, um positivista cuja paixão era a educação. Chega a crise do Império, Benjamin se vê no centro das discussões sobre os rumos do Brasil. Em novembro de 1889, o professor organiza, junto com outros companheiros, o golpe final à Monarquia. Ela vê seu marido passar de professor a Ministro da Guerra, e depois da Instrução Pública.

Em 1891, logo no começo do ano, Benjamin morre. Passa de Ministro a Patriarca e Fundador da República brasileira, quantas honras! Até um museu foi projetado por um político da época, Demétrio Ribeiro, que deveria funcionar na última casa de Benjamin. Maria Joaquina começa, então, seu trabalho de organização e preservação da memória do esposo: faz a lista de bens deixados por ele, autentica documentos, empresta e recolhe fontes históricas junto aos biógrafos de Benjamin. Será que ela foi a primeira museóloga do nosso museu? Bem que poderíamos começar a pensar que sim.

Até porque, entre a morte de Benjamin e a sua própria, em 1921, ela cuidou de muito mais. A casa onde hoje é o museu foi mantida, dizem algumas testemunhas, numa disciplina amorosa, mas rígida. Como afirmou um jornal da época, Maria Joaquina era uma digna “matrona”. Mas que se diga a verdade: por muito tempo as mulheres foram reconhecidas somente pelo papel que desempenhavam em casa, no cuidado dos filhos, na gerência do lar. Nada de surpreendente, sobretudo quando se fala de uma esposa de positivista do final do século XIX. Hoje queremos fazer mais do que isso, quando mais não seja, ao menos para trazer ao debate (sempre republicano) a centralidade das mulheres em todos os aspectos da vida em sociedade.

Teríamos um museu bem diferente se não fosse Maria Joaquina, e sempre fomos dirigidos por mulheres. Essa é outra história que ainda vamos contar. Mas uma coisa é certa: se houve uma guardiã da memória que iniciou tudo isso, o nome dela é Maria Joaquina. Esse museu também é casa dela.

Museum Weew 2017



Nesta semana estaremos participando novamente da Museum Week 2017: evento virtual instituído pelo Twitter - rede social que permite aos usuários enviar e receber atualizações pessoais de outros contatos, em textos de até 140 caracteres - também chamado de microblogging - "acontece" primeiramente nesta mídia, mas se espalha por os sites, mídias sociais e endereços virtuais que o museu e os demais participantes têm endereço na internet.  E agora tem o apoio da UNESCO.

A semana se estende de hoje até o próximo domingo, dia 25/06/2017. Para acompanhar basta ter um perfil no Twitter e acompanhar os tweets do evento, que serão marcados com a hashtag #MuseumWeek, ou através das hashtags temáticas de cada dia, conforme abaixo:

- Segunda, 19/06 #FoodMW - Alimentação, alimentos, comida

- Terça, 20/06 #SportsMW - Esportes

- Quarta, 21/06 #MusicMW - Música

- Quinta, 22/06 #StoriesMW - Histórias e estórias de nosso museu e contadas por aqui

- Sexta, 23/06 #BooksMW - Livros e publicações importantes ou ligadas à nossa instituição

- Sábado, 24/06 #TravelsMW - Viagens ligadas ao nosso museu

- Domingo, 25/06 #HeritageMW - Herança cultural tangível e intangível, conteúdos e acervos

Neste ano há uma novidade: foi escolhido um tema central que é a MULHER e todos os assuntos tratados relativos a elas serão marcados com a hashtag #WomenMW: destacaremos várias histórias notáveis de nosso museu a respeito desse tema.

As atividades, o cotidiano e as curiosidades de diversos museus, centros e casas de cultura, além de vários outros equipamentos culturais de todo o mundo estarão disponíveis para que cada um possa conhecer um pouquinho sobre estas instituições.

Aproveite! Siga-nos em nosso Twitter: www.twitter.com/museu_bconstant